Bioestimular é um caminho distinto de preencher. Em vez de devolver volume com gel, activa-se a produção endógena de colagénio respeitando o tempo biológico do paciente. Esta formação coloca o raciocínio anatómico no centro da indicação, evitando o erro comum de tratar todos os pacientes com o mesmo polímero.
Os polímeros e quando cada um faz sentido
Trabalhamos quatro famílias: Hidroxiapatite de Cálcio, Policaprolactona (PCL), Ácido Poliláctico (PLLA), além dos híbridos e revitalizadores. Cada um tem reologia, profundidade ideal, perfil de resposta e janela terapêutica diferentes. O curso ensina a escolher pela anatomia e expectativa, não pela tendência do momento.
Linha de ligamento e reposicionamento
A parte anatómica foca-se em ligamentos faciais e planos de aplicação. Sem essa base, o bioestimulador torna-se “ponto solto” sem efeito de reposicionamento. Mapeamos os pontos de ancoragem e discutimos como o produto trabalha o tecido em camadas.
Indicações, contraindicações e associações
Discutimos quando o bioestimulador é primeira linha, quando faz par com preenchimento, quando complementa fios. Também entramos em diluição, reconstituição, intervalo entre sessões e sinais de alerta para nódulos ou granulomas.
Prática
A prática em modelos seleccionados consolida marcação, vector, profundidade e ergonomia de aplicação. O foco é técnica limpa que se reproduz na prática clínica.